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Imóveis: os prós e contras do aluguel e do financiamento

Hoje falaremos sobre uma dúvida muito comum tanto de clientes quanto de visitantes do site: os prós e contras do aluguel e do financiamento.

Aluguel

Prós = mobilidade e preservação da liquidez pessoal.

Opção ideal para situações de residência temporária. Outra grande vantagem é que o aluguel preserva os índices de endividamento, liquidez, cobertura e poupança do inquilino. É importante lembrar que - ao preservar estes indicadores financeiros pessoais - a locação favorece a qualidade do orçamento familiar e, consequentemente, contribui para a formação de reservas e realização de investimentos, como por exemplo, empreender.

Contras = necessidade de fiador*, restrições de personalização de ambientes e incerteza quanto ao período exato de permanência.

Além disso, é comum ocorrerem perdas financeiras decorrentes de gastos com benfeitorias definitivas realizadas no imóvel alugado, as quais, muitas vezes, geram discussões entre inquilino e locador, posto que nem sempre há um entendimento comum quanto ao ressarcimento destas despesas. Outro aspecto desfavorável é no tocante a vulnerabilidade do orçamento doméstico, considerando que os índices de reajuste variam conforme desempenho da economia, ou seja: altas inflacionárias terão reflexos diretos no valor do aluguel.

*há situações onde a opção de fiador bancário é aceita o que implica em gastos adicionais. ** passível de renovação, porém limitado às condições definidas pelo contrato e aos interesses do proprietário do imóvel. 

Financiamento:

Prós = possibilidade de aquisição de bens de forma parcelada e compatível com a capacidade de pagamento do comprador.

Outra vantagem está no ganho financeiro com a valorização do imóvel, além do acúmulo patrimonial. Vale lembrar que os contratos de financiamento estão sujeitos à portabilidade, o que possibilita eventuais renegociações entre instituições conforme a trajetória do juro de mercado.

Contras = comprometimento da renda do adquirente (endividamento pessoal) e, consequentemente, redução dos fatores de liquidez, cobertura e poupança.

Ao assumir o financiamento é preciso considerar a vulnerabilidade patrimonial de curto, médio e longo prazo em caso de suspensão da renda familiar, bem como a perda de competitividade comercial por decisão de venda antecipada do bem, ou seja, durante o período de financiamento, além do eventual prejuízo em caso de desistência da compra (penalização financeira sobre os valores pagos).

Por fim, cabe lembrar que a compra de um imóvel é, sem dúvida, uma das principais decisões financeiras da maioria das pessoas e, portanto, deve ser feita de forma racional e planejada, do contrário, o 'sonho da casa própria' pode se transformar em pesadelo.

Bons investimentos!

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