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A Europa ao alcance dos empresários brasileiros. Conheça as oportunidades de negócio no Velho Continente

Far away, so close!

É importante ter perspectiva e não subestimar o contexto atual.  O Brasil é estrela na mídia internacional: Copa do Mundo, Pré-Sal, Olimpíadas e a recente disputa com o Reino Unido pela posição de sexta maior economia do mundo bastaram para que americanos, europeus, árabes e asiáticos reconhecessem o potencial do nosso país. 

Muitos estrangeiros estão aproveitando esta fase de pujança para investir pesado no Brasil, afinal é preciso infraestrutura e serviços de qualidade para atender toda esta demanda. Contudo, poucos se posicionam de maneira diferente para evitar o engarrafamento, diversificar o risco e capitalizar além do óbvio em primeira mão. 

O fato é:

O empreendedor brasileiro jamais se deparou com um cenário tão positivo para expandir seus negócios para além do Oceano Atlantico como nos últimos anos. Uma combinação perfeita de fatores econômicos, tecnológicos, legais, sociais e até de caráter burocrático que contribuem cada vez mais para esta expansão.

Esta série de artigos que se inicia é dedicada ao empreendedor brasileiro ambicioso, de visão antecipada e que pretende implantar suas ideias e projetos para além das fronteiras do complexo e complicado Brasil.

Já especulamos muito sobre as perspectivas da economia brasileira e estamos carecas de saber que o mundo de hoje é globalizado, porém, não paramos para medir nosso progresso, tampouco as incertezas e o custo-burocracia versus outras geografias.  Basta comparar o segunte:

Hoje a moeda brasileira é forte e compra pelo menos duas vezes mais euros e libras do que há dez anos.  Recentemente São Paulo e Rio conseguiram a proeza de se tornarem capitais mais caras do que Londres e Nova Iorque quando dependemos de restaurantes e hotéis para uma reunião de negócios ou mesmo quando viajamos a turismo. Já foi o tempo em que Londres ou Estocolmo eram sinônimos de viagens proibitivas para o viajante brasileiro.

A moeda forte ajudou o jovem ambicioso a estudar fora e a desenvolver uma rede de contatos de âmbito internacional. O brasileiro de hoje tem a opção de investir em um mestrado nos Estados Unidos, Europa ou Austrália e globalizar a rede de contatos. Além disso, não há como negar o papel fundamental das redes sociais como meios de multiplicação e interação entre profissionais e empresas dos mais variados cantos do planeta.

Então fica a pergunta:

- Será que diante deste universo de vantagens competitivas não seria hora de olharmos adiante e pensarmos em passos mais ousados?

O interessante desta história toda é que quando temos conhecimento do quanto é simples e fácil fazer um negócio no exterior é que percebemos o quão burocrático e caro o Brasil se tornou. Para quem está acostumado com o sistema tributário e legal brasileiro, fazer negócios no exterior é tarefa de escola primária. Enquanto o Brasil aumenta a burocracia, os estrangeiros – principalmente os europeus - simplificam seus processos para atrair a indústria e o emprego de volta.  

Já simplificaram muito em resposta a União Européia e certamente muito mais será feito. Portanto, se você pensa em exportar ou investir fora, não subestime o momento e tampouco a si próprio.

Até a próxima!

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